segunda-feira, 15 de junho de 2009

GELEIA DE CARAMBOLA

Na sexta passada, fui à casa da professora Ayda Bochi (ao lado do Valle In Fiori). A Eri foi fazer um trabalho sobre o Ultrarromantismo português com a Claudiana. Quando chegamos, o casal Bochi Brum se preparava para ir à fazenda em Tupantuba. A tarde estava fria, por isso não recusei o chimarrão, enquanto lia Massaud Moisés e dava algumas dicas sobre o segundo momento do Romantismo em Portugal. Os slides foram enriquecidos com as figuras do poeta Soares de Passos e do novelista Camilo Castelo Branco. O marido da Claudiana me ofereceu algumas frutas, entre as quais a carambola (ilustrada na foto acima). Em casa, resolvi transformar esse fruta em geleia. Nunca tivera contato com a carambola, tampouco sabia que tipo de doce poderia ser feito com ela. Sempre fui doceiro, antes para atender um gosto pessoal, depois para agradar as pessoas que me cercavam. A mãe me ensinou isso com o exemplo, seja no preparo dos doces, seja no prazer de servir suas visitas. Sua geleia de pêssego era a melhor, com aroma, sabor e aparência inigualáveis. Pois bem, nesse fim de semana, fiz uma geleia de carambola que minha mãe, uma preciosista na cozinha, aprovaria certamente. Ficou na mesma consistência do mel, nem muito mole nem apurada demais, puxa-puxa, com gosto de açúcar queimado. Mesmo sendo pouco, separei uma prova para as pessoas que me deram a matéria-prima.

Um comentário:

Nivia Andres disse...

Olá. Froilam!

Geleia de carambola é ótima. Também fica muito bom como doce em calda, cortando a fruta em fatias e fervendo com água e açúcar, até que fique macia. Meus sobrinhos chamam de doce de estrelinha...