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Em meu nome, o Facebook está enviando a mensagem acima para as pessoas, como se eu as convidasse para participar dessa rede social. Outras mensagens dão conta que Fulano(a) de tal aceitou meu convite (que não fiz). Minha opinião sobre o Facebook já é conhecida. Logo excluirei minha conta. |
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
INTROMISSÃO DO FACEBOOK
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
AS TRÊS PAIXÕES
Van Gogh esteve apaixonado por três vezes. Em Londres, onde trabalhava numa filial da Galeria Goupil, apaixonou-se pela filha de sua senhoria, EUGENIE. Ela, todavia, estava prometida em segredo com outro homem, riu e rejeitou Vincent. Em Etten, na Holanda, apaixonou-se pela prima, KEE VOS, viúva que preferiu manter-se fiel à memória do finado marido. Em Haia, janeiro de 1882, conheceu CHRISTINE SIEN (Clasina Maria Hoornick), prostituta que tinha um bebê e estava grávida de outro. A litografia acima, Tristeza, teve como modelo Sien. A ligação entre os dois não durou. Depois do parto, ela voltou a beber e ele não teve mais como ajudá-la.
Para esquecer essas pessoas que não corresponderam ao seu sentimento arrebatador, Van Gogh dedicou-se, primeiramente, à religião e depois à pintura. A arte o faria uma das três grandes referências dos movimentos pictóricos do século XX (entre os quais o Expressionismo).
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
CAMPO DE TRIGO
COM PERDIZ
COM CIPRESTES
COM CORVOS
Entre as temáticas pintadas por Van Gogh, destacam-se os campos com sua luminosidade intensa (advinda dos trigais maduros).
FOTO DA IGREJA MATRIZ
Em 1983, pintei a velha matriz de Santiago para a Dona Renita Andretta. Hoje quero pintá-la outra vez para o Museu Pedro Palmeiro. Dessa forma, peço aos leitores deste blog que tenham a foto da igreja, de preferência colorida, que me enviem por e-mail (froilam.oliveira@gmail.com). Prometo retribuir com uma pintura a óleo a quem me prestar esse favor.
EDENI NO FANTÁSTICO
Domingo passado, o Fantástico apresentou o quadro Álbum de Família, em que o entrevistado mostrava fotos de outros natais. A primeira participação foi da Edeni Fiorenza, prima que nasceu e mora no Rio de Janeiro. Ela aparece em companhia das filhas e dos sobrinhos (filhos do Laércio). Há 18 anos não vou ao Rio, onde vivi por algum tempo. No álbum da família, vejo uma foto três-por-quatro da minha avó, Maria Colpo.
Para ver a reportagem, clicar aqui.
ANO-NOVO?
Da mesma maneira que já me cansei de apontar as contradições entre a religiosidade e o materialismo que mesclam no chamado "espírito natalino", encontro-me cansado de enumerar os erros do nosso calendário e as (in)consequentes mitificações que dele se originam. Erros matemáticos: a duração do dia não é de 24 horas exatas, mas de um acréscimo que, a cada quatro anos, resulta num dia a mais. O "ano bissexto" é a prova evidente de um erro grosseiro. Mas os ocidentais, cuja civilização se sustenta na razão, pouco se importam com isso. Não é uma bagunça o número de dias atribuído a cada mês? Erros linguísticos: setembro, outubro, novembro e dezembro, por seus radicais (em português, espanhol, francês, italiano, alemão, inglês etc.), designam, respectivamente, sete, oito, nove e dez. Por que são, respectivamente, os meses nove, dez,onze e doze? Óbvio, segundo o calendário antigo, o primeiro do ano ocorria no primeiro dia de março. Por que julho e agosto têm esses nomes, com 31 dias cada um (quebrando a alternância observada até então)? Por que o início do ano mudou de março para janeiro? Por que outras culturas, como a judaica, por exemplo, a passagem do ano ocorre noutra data? O leitor soubesse responder essas perguntas acima, seguramente, deixaria de mitificar em torno do calendário. É uma fraqueza humana que institui o ritual da passagem, atribuindo à vida uma necessidade de se submeter a ciclos temporais. O ano-novo é uma mera convenção cultural, um motivo até certo ponto justificado para se fazer festa, não para crer que algo mude em essência. A linha do tempo é contínua. Mas para que (re)afirmar essa verdade? A maioria das pessoas quer mesmo é ter um motivo para suas crenças em poderes mágicos, em milagres que excedam a mediocridade em que se tornaram suas vidas.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
ALTA VELOCIDADE
Todo fim de semana, no Rio Grande do Sul, 15 a 20 pessoas perdem a vida em acidente automobilístico. A maioria dessas pessoas são jovens. A mídia denomina tais acidentes violentos de "tragédia", "fatalidade". Discordo. Essas palavras dão a entender que o homo automobile é vítima frente a um destino inexorável, isentando-o de ser ele próprio a variável causadora. Não é assim.
A alta velocidade não é um mal que exista fora do homem, mas o resultado de uma de suas pulsões (que Freud chamou de "tânatos", porque busca inconscientemente a morte ou a destruição).
BEM UNIVERSAL
Tales de Mileto, o primeiro filósofo ocidental, defendia que a água era o princípio de todas as coisas. (Nietzsche tirou dessa afirmação estranha algumas conclusões sérias, principalmente sobre a origem e unicidade do universo.) Se substituirmos "todas as coisas" por "vida", o absurdo se desfaz, e a sentença adquire status de verdade.
Nesse fim de semana, fui ao Rincão dos Machado. A grande novidade de lá, impossível de ser ignorada, consiste na água distribuída a todas as casas, a partir de um poço semiartesiano aberto no rincão. Ainda me lembro de verões distantes, quando carregava água em baldes e latões de uma vertente inesgotável e de difícil acesso. Minha mãe ficaria muito feliz com esse conforto.
Quase trinta famílias são beneficiadas, do Rincão dos Machado ao Passo da Cruz. Em cada casa há um hidrômetro, o qual passa a ser controlado com a precisão que exige a necessidade coletiva. Não é o caso de pagar mais pelo excedente consumido, isso deve ser evitado.
Não acho corretamente ecológico explorar os lençóis freáticos. Essas reservas de água devem ser destinadas ao futuro, quando o homem não tiver outra opção para purificar a água que ele mesmo poluiu. Pequenas represas nos rios da região, avizinhadas por microestações de tratamento d'água, farão parte de um processo necessário que evitará o esgotamento e (pior que isso) a poluição dos depósitos subterrâneos.
VAZIOS DE CONTEÚDO
Duas coisa deprimentes nos dias que antecedem o Natal: as pessoas se acotovelando dentro das lojas e os discursos natalinos. Notadamente, são vazios de conteúdo.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
A FOTO
Um concurso da Unicef escolheu como Foto do Ano a imagem de um garoto recolhendo materiais de um lixo tóxico de Gana, África.
- noticias.uol.com.br
TRÂNSITO
A proibição da conversão à esquerda na Sete de Setembro com a Pinheiro Machado, sentido bairro-centro, acusam os críticos inconformados com essa pequena mudança, diminuiu o movimento no supermercado da Tritícola. Por que não voltar a ser mão dupla na quadra em frente a esse estabelecimento comercial? Obviamente, para quem descesse a Pinheiro até a Sete de Setembro teria a única opção de dobrar à direita.
Cantei a pedra: as quadras contíguas ao estacionamento pago encontram-se lotadas de automóveis. Nesta manhã, não havia vaga na Benjamin Constante (entre a Pinheiro e a Bento) e na Bento (entre a Benjamin Constant e a Getúlio Vargas). Na quadra do Círculo Operário, Fórum e Centro Empresarial, a média de automóveis estacionados continua sendo mais ou menos três.
Em cada parquímetro deve estar de plantão um funcionário da empresa Rek Parking. Meus parentes que vêm do Rincão dos Machado, certamente, não sabem lidar com o aparelho (dez vezes mais difícil que máquina de refrigerante). Para eles, a melhor opção é amarrar seu pingo bem afastado do centro, debaixo de uma sombra (de preferência).
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
GUIA DOS 50 LIVROS
DECEPCIONANTE o Guia dos 50 livros mais interessantes da história. Sua autora, Priscila Gorzoni, agrava ainda mais esse título com o aposto Uma seleção das obras de ficção que marcaram e mudaram os rumos da humanidade. Quanta importância!
Bem feito para mim, que não aprendi com Os cem melhores poetas brasileiros do século, elaborado pelo jornalista José Nêumanne Pinto. Neste livro, editado em 2004 (a qual século se referiu?), a decepção não se origina dos nomes elencados, mas dos textos que identifica cada poeta.
O guia dos 50 livros, também de uma jornalista, faz a seguinte seleção: As mil e uma noites, Os lusíadas, Dom Quixote, Robinson Crusoé, As viagens de Gulliver, Cândido ou o otimismo, Werther, Os devaneios do caminhante solitário, Walden, O chamado selvagem, Frankenstein, Eugénie Grandet, O nariz, Oliver Twist, A queda da casa de Usher, Os três mosqueteiros, A moreninha, Jane Eyre, O morro dos ventos uivantes, A moradora de Wildfell Hall, Moby Dick, Madame Bovary, Os miseráveis, Alice, Viagem ao centro da Terra, Crime e Castigo, Guerra e paz, As aventuras de Huckleberry Finn, A taberna, A ilha do tesouro, Memórias póstumas de Brás Cubas, O retrato de Dorian Gray, Aventura inéditas de Sherlock Holmes, A máquina do tempo, Drácula, O coração das trevas, Os embaixadores, A mãe, O retrato do artista quando jovem, O processo, Mrs. Dalloway, O assassinato de Roger Ackroyd, Um nenhum e cem mil, Macunaíma, O quinze, Nas montanhas da loucura e A náusea.
Dessa relação, muita coisa pode ser criticada negativamente, inclusive por um leitor que não entenda bulhufas de literatura. A primeira conclusão a que chegaria esse leitor hipotético: 8% dos livros que "marcaram e mudaram os rumos da humanidade" são brasileiros, obviamente, um percentual muito elevado. Diga-se de passagem, mesma proporção da Rússia. Um pouco de conhecimento, e outro leitor se espantaria com a inclusão de A moreninha, romance romântico de Joaquim Manuel de Macedo, ficando de fora os infinitamente superiores Grande sertão: veredas, de Guimarães Rosa, e A paixão segundo G.H., de Clarice Lispector. Qualquer romance de Graciliano Ramos é melhor que O quinze, de Raquel de Queirós. Mais leitura, e o leitor estranharia a inexistência dos latino-americanos, entre os quais, J.L.Borges, Julio Cortázar, García Márquez, Alejo Carpentier, Miguel Ángel Asturias, Augusto Roas Basto, Juan Carlos Onetti, José María Arguedas, Mario Vargas Llosa, Juan Rulfo, Carlos Fuentes, entre outros. Da América do Norte, nada de William Faulkner e Ernest Hemingway.
Da Europa, ficaram de fora Aldous Huxley, George Orwell, Marcel Proust, Albert Camus, José Saramago, Hermann Hesse, Laurence Sterne, Umberto Eco, para citar os mais conhecidos.
Minha Biblioteca Ideal (já postada neste blog), modéstia à parte, é incomparavelmente superior a esse Guia dos 50 livros. Assim que passar as descargas elétricas, reedito minha biblioteca.
GALO ANUNCIADOR
o galo
gira
e ringe
no alto
da chaminé
crista
de ferrugem
o galo
ringe
e gira
muda
o tempo
gira
e ringe
no alto
da chaminé
crista
de ferrugem
o galo
ringe
e gira
muda
o tempo
FALTA D'ÁGUA
Um anônimo babaca fez um comentário sobre minha postagem "Calçada do Banco do Brasil", defendendo que o banco lava as calçadas para melhor atender ao público. Ofendeu-me com os clichês comuns aos maledicentes covardes, que se escondem no anonimato.
Há pouco, estive na Prefeitura, onde ocorria uma reunião com presidentes de bairros e lideranças locais. Na pauta, a falta de água no município de Santiago. Os poços secam no interior e a população recorre ao poder executivo, que atende à demanda com a colaboração dos bombeiros e da 1ª Bda C Mec. A água levada às localidades deve ser potável e sai da sede do nosso município, onde uma instituição bancária federal gasta água por uma manhã inteira para lavar a calçada em volta de seu prédio (segundo um anônimo babaca, para receber melhor seus clientes).
Outro assunto da reunião na Prefeitura foi o trânsito. Alguns líderes locais, que fazem oposição à bela administração atual, não querem a mudança na esquina da Sete de Setembro com a Pinheiro Machado, a qual passa a impedir a conversão à esquerda para quem se desloca por aquela rua (no sentido bairro-centro).
Vou mais longe: aqui, em frente ao Banco do Brasil, deveria ser proibida a conversão à esquerda para quem sobe a Benjamin Constant. Aliás, todas as conversões à esquerda deveriam ser proibidas. Pelo menos nos cruzamentos de maior movimento, no centro da cidade.
BOM DIA (COM BORGES)
Hoje levantei, fiz o café e reli o conto El Sur, de Jorge Luis Borges. Vinte e dois anos depois, nova leitura desse que considero um dos melhores escritores de todos os tempos. Numa de suas colunas do Correio do Povo, Juremir fez uma referência a Borges, escolhendo El Sur como o conto mais triste que conhecia. Ler Borges e Cortázar é uma lição obrigatória para quem almeja ser literato.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
CALÇADA DO BANCO DO BRASIL
A imensa calçada do Banco do Brasil foi limpa com um lavador a jato nessa manhã. Ninguém dentro do banco para pedir que a senhora parasse com o desperdício de água. Essa prática deveria ser proibida.
RUY GESSINGER
Nesta manhã, destaco a bela postagem do Ruy, Atardecer.
As palavras
Adoro o som de algumas, em várias línguas. “Süss”, em alemão, que é muito mais doce do que “sweet”, “Dulce”, “dolce”. De “mutter” gosto mais do que “mother”, “mãe”, “madre”. Mas superior é “mater” do latim. “Fenêtre” é o que mais gosto para janela, mais do que “window”.
“Puella”, do latim, me soa melhor do que “guria”, “girl”.
“Ámor”, me gusta mais do que “amôr”, mais que “love”, mas menos do que “liebe”. Saudade é “quatsch”, não entro nessa.
Mas “atardecer, em español, é incomparável. El atardecer hoje em Xangri-La estava azul, diáfano, sem vento, mar calmo.
“Passarinho”, “vogel”, “bird”. Mas prefiro “pájaro”. A “nuvens” prefiro “wolken”, mas a “bom dia!”, fico com “kali mera”.
Saudade (caí na armadilha) da Grécia e de seus azúis.
Lembrei-me de Las palabras, de Pablo Neruda:
Todo lo que usted quiera, sí señor, pero son las palabras que cantan, las que suben y bajan... Me prosterno ante ellas... Las amo, las adhiero, las persigo, las muerdo, las derrito... Amo tanto las palabras... Las inesperadas... Las que glotonamente se esperan, se acechan, hasta que de pronto caen... Vocablos amados... Brillan como perlas de colores, saltan como platinados peces, son espuma, hilo, metal, rocío... Persigo algunas palabras... Son tan hermosas que las quiero poner todas en mi poema...
O texto de Neruda continua. Já o transcrevi neste blog em 3 de setembro de 2007.
Sugiro a todos que me leem agora (também escritores) que produzam algo semelhante, sobre as palavras, fundamentando-se na postagem do Ruy (que tocou uma das essências da poesia).
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
PROBLEMA
A rodovia federal que atravessa uma cidade, como a BR 287 em Santiago, conserva a velocidade máxima de via rural ou passa a obedecer os mesmos limites de velocidade estabelecidos para as vias urbanas? Na inexistência de via de trânsito rápido em nossa cidade, que é de 80 km/h, a velocidade máxima da BR 287 (dentro do perímetro urbano) seria de tão somente 60 km/h?
NATAL OUTRA VEZ
Neste Natal, desisto de apontar a contradição entre religiosidade e consumismo, entre lembrança do Menino Jesus e encontro com Papai Noel, entre seguir a Deus (num plano ideal) e seguir o materialismo (na realidade). O padre Hermeto Mengarda discursa sobre o "espírito natalino", sobre o nascimento de Jesus Cristo, o salvador. Ele opõe o conteúdo de um anúncio que vocifera uma mensagem de que para garantir um natal feliz é necessário comprar na loja tal à anunciação expressa nos evangelhos. Se o padre (que é uma autoridade religiosa) fala e ninguém o ouve realmente, o que esperar de um ateu, que se libertou da ilusão, do imaginário, e passou a acusar o duplo comportamento dos cristãos? Por um lado, imaginam salvar suas almas pequenas, acreditando no mais fantástico dos mitos já engendrados pelo homem, criador de deus(es). Por outro, como indisfarçáveis hedonistas, deixam-se levar pelos desejos consumistas, pelo sensualismo, pelas pulsões. Posso expressar verdades desmistificadoras (que o futuro há de demonstrá-las ao senso comum), como o faço amiúde em meus escritos, mas ninguém se importa com elas. Não ouvem o padre, que sobre-exalta aquilo em que dizem acreditar, tampouco me ouvirão, livre-pensador que classifica tudo em que creem como ilusório. O viver em contradição, entre dois senhores (Deus e os bens materiais), constitui a causa de grande sofrimento, que já fez infeliz muita gente. Pelos menos, foi assim até o século XX, a partir do qual a moral cristã começou a ser questionada. Nestes dias, ninguém mais se candidata a santo, ninguém mais se importa em tornar coerente fé e obra pessoais, ideal e realidade (como o acima expresso). Na coluna retrasada, resumi essa questão a uma palavra: hipocrisia. Estou me cansando de pensar e de escrever sobre isso. Natal é Jesus Cristo e Papai Noel ao mesmo tempo. Viva a contradição!
domingo, 18 de dezembro de 2011
QUESTÃO AINDA NÃO PENSADA
As campanhas em defesa dos animais ganham espaço na mídia nestes dias. Há pouco, não passava de um ideal, que se esboçava numa frase atribuída a Alexandre Herculano: "Quanto mais conheço os homens, mais estimo as animais". Entre os pensadores não especistas, cito Desmond Morris e Peter Singer. Na prática, o Greenpeace foi pioneiro. Em Santiago, algumas pessoas dedicam uma atenção especial aos animais, principalmente gatos e cachorros abandonados.
Faço parte da maioria, que não se engaja nessas campanhas (mesmo sendo contra o maltrato). Ainda nos alimentamos de carne, muita carne. Nossa atenção maior se volta para aqueles animais destinados ao abate.
Pergunto se essas campanhas não ocultam (no fundo do coração) um sentimento de misantropia, que tende para o individualismo radical. Em muitos casos, o animal substitui o filho, a criança abandonada.
Faço parte da maioria, que não se engaja nessas campanhas (mesmo sendo contra o maltrato). Ainda nos alimentamos de carne, muita carne. Nossa atenção maior se volta para aqueles animais destinados ao abate.
Pergunto se essas campanhas não ocultam (no fundo do coração) um sentimento de misantropia, que tende para o individualismo radical. Em muitos casos, o animal substitui o filho, a criança abandonada.
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