Se em algum planeta de Andrômeda desenvolveu vida mais
inteligente (comparada com a Terra), capaz de observar o espaço com telescópios
mais potentes que os nossos, neste momento, a 2,5 milhões de anos-luz, o
observador dessa galáxia veria criaturas simiescas a construir os primeiros
instrumentos manuais (como a machadinha de pedra lascada), responsáveis pela
evolução do homem ao estágio atual, capaz de observar o espaço e de ter a ideia
aqui expressa. O homo habilis,
certamente, não acreditava em alma eterna e tampouco em deus, fantasias
recentes do homo sapiens (para
encobrir sua condição natural).
Caso houvesse telescópio tão potente em nosso planeta, quanto
o que imaginei para o observador de Andrômeda, veríamos estrelas e planetas de
lá com um mínimo de 2,5 milhões de atraso.
Tá ligado?!
(O título desta postagem inclui as duas ciências que mais me fascinam, sem as quais a própria filosofia vira simples devaneio. Ele é coerente com o paradigma da complexidade proposto por Edgar Morin, que faz uma necessária ligação dos saberes.)
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