quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O LOBO DA ESTEPE

Da pintura para a literatura. 
Ao procurar na minha biblioteca encaixotada o livro Sede de viver, sobre a vida trágica de Van Gogh, encontrei O lobo da estepe, de Hermann Hesse. Lembrei de um trecho extraordinário, em que um dos personagens (Sr. Haller) lê para o narrador, citando Novalis. 
"Ouça: 'A maioria dos homens não quer nadar antes que o possa fazer'. Não é engraçado? Naturalmente, não querem nadar. Nasceram para andar na terra e não para a água. E, naturalmente, não querem pensar: foram criados para viver e não para pensar! Isto mesmo! E quem pensa, quem faz do pensamento sua principal atividade, pode chegar muito longe com isso, mas, sem dúvida estará confundindo a terra com a água e um dia morrerá afogado".
O livro em que iluminei esse excerto não foi o da primeira leitura (que fizera nos anos oitenta). Como este não era meu, ou se perdera em minhas mudanças ciganas, comprei um novo exemplar apenas para relembrar a passagem acima destacada. 

3 comentários:

Mauro Lucio disse...

Lí o livro. É magnífico, realmente uma obra prima. Este livro pode ser encarado de várias formas, mas uma que mais me chamou à atenção é sobre as várias personalidades contidas em um único ser. Frequentemente assumimos personalidades de lobo e de homem. Conflitos morais que se leva ao suicídio àqueles que não encontram humor na vida. Outro fato que me chamou a atenção é sobre de como é preciso em nossas vidas termos que matar algumas de nossas personalidades, resolvendo assim nossos conflitos. Na citação do professor, pude perceber que o conhecimento excessivo às vezes pode levar ao suicídio aqueles que não conseguem ser tolerantes com o mundo. Esse livro pode ser visto de várias formas. "não é um relato de um homem em desespero, mas a de um homem que crê na redenção". Cada um que ler poderá tirar talvez outras conclusões. Acredito também que em muitos de nós existe um "lobo da estepe"... Realmente magnífico... Recomendo.

Mauro Lucio disse...

Lí o livro. É magnífico, realmente uma obra prima. Este livro pode ser encarado de várias formas, mas uma que mais me chamou à atenção é sobre as várias personalidades contidas em um único ser. Frequentemente assumimos personalidades de lobo e de homem. Conflitos morais que se leva ao suicídio àqueles que não encontram humor na vida. Outro fato que me chamou a atenção é sobre de como é preciso em nossas vidas termos que matar algumas de nossas personalidades, resolvendo assim nossos conflitos. Na citação do professor, pude perceber que o conhecimento excessivo às vezes pode levar ao suicídio aqueles que não conseguem ser tolerantes com o mundo. Esse livro pode ser visto de várias formas. "não é um relato de um homem em desespero, mas a de um homem que crê na redenção". Cada um que ler poderá tirar talvez outras conclusões. Acredito também que em muitos de nós existe um "lobo da estepe"... Realmente magnífico... Recomendo.

Mauro Lucio disse...

Lí o livro. É magnífico, realmente uma obra prima. Este livro pode ser encarado de várias formas, mas uma que mais me chamou à atenção é sobre as várias personalidades contidas em um único ser. Frequentemente assumimos personalidades de lobo e de homem. Conflitos morais que se leva ao suicídio àqueles que não encontram humor na vida. Outro fato que me chamou a atenção é sobre de como é preciso em nossas vidas termos que matar algumas de nossas personalidades, resolvendo assim nossos conflitos. Na citação do professor, pude perceber que o conhecimento excessivo às vezes pode levar ao suicídio aqueles que não conseguem ser tolerantes com o mundo. Esse livro pode ser visto de várias formas. "não é um relato de um homem em desespero, mas a de um homem que crê na redenção". Cada um que ler poderá tirar talvez outras conclusões. Acredito também que em muitos de nós existe um "lobo da estepe"... Realmente magnífico... Recomendo.