quarta-feira, 3 de março de 2010

NOITE

Outro poema que encontrei em meio a uma montanha de papel, apenas rascunhado:
.
o vento bate
lá fora
no desamparo
da rua
por trás
das nuvens agora
o disco prata
da lua
.
a chuva
já foi embora
morfeu
sem jeito recua
estou sedento
de aurora
de uma poesia
que é tua
.
À semelhança do anterior, preciso reescrever o final.

Um comentário:

A. Reiffer disse...

Gostei bastante deste poema.